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Justiça decreta prisão preventiva de três guardas suspeitos de tortura contra mulher grávida em Caraguatatuba

Guardas municipais de Caraguatatuba são investigados por abordagem A Justiça converteu em prisão preventiva a prisão de três guardas civis municipais de Ca...

Justiça decreta prisão preventiva de três guardas suspeitos de tortura contra mulher grávida em Caraguatatuba
Justiça decreta prisão preventiva de três guardas suspeitos de tortura contra mulher grávida em Caraguatatuba (Foto: Reprodução)

Guardas municipais de Caraguatatuba são investigados por abordagem A Justiça converteu em prisão preventiva a prisão de três guardas civis municipais de Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, investigados por suspeita de tortura física e psicológica contra uma mulher grávida durante uma abordagem. O caso ganhou repercussão depois que um vídeo mostrou a mulher sendo agredida durante a abordagem dos agentes. Eles foram presos temporariamente no sábado, 22 de agosto. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Anderson Carlos Alves, conhecido como "Pantera", Almir dos Santos Gonçalves e Marcos Roberto Magalhães Silva estavam presos temporariamente desde 22 de agosto. MP denuncia três guardas por 7 crimes em caso de tortura Segundo o Ministério Público, os três guardas são acusados de sete crimes, entre eles tortura, abuso de autoridade e falsidade ideológica. Para a Promotoria, os agentes teriam coagido a vítima a prestar um depoimento falso para tentar afastar a responsabilidade deles pelas agressões. A investigação também aponta que os guardas teriam entrado na casa da mulher sem autorização judicial. A prisão temporária havia sido determinada pela Justiça diante de indícios de que os agentes poderiam interferir nas investigações, intimidar a vítima ou influenciar a produção de provas. Três guardas municipais são investigados por suspeita de tortura após abordagem a moradora em Caraguatatuba Reprodução/TV Vanguarda Investigação contra corregedor O Ministério Público também vai investigar a conduta do corregedor da Guarda Civil Municipal, Osias Mariano da Silva dos Santos. A apuração considera que o relato da mulher sobre o caso foi feito na presença de um dos guardas investigados. O que dizem as defesas? A defesa de Almir dos Santos Gonçalves informou que vai recorrer da decisão e afirma que irá provar a inocência dele. Os advogados de Marcos Roberto Magalhães Silva disseram que vão se manifestar apenas no processo. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Anderson. Em nota conjunta, a Prefeitura e o corregedor Osias Mariano da Silva dos Santos informaram que dois dos investigados foram exonerados e que o terceiro segue afastado das funções e responde a um processo administrativo. Eles afirmaram ainda que não compactuam com condutas irregulares. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina